sexta-feira, 6 de maio de 2011

Soube que era amor...



Deixou que a força do luar penetrasse seu coração carregando sua vida e mesmo naquele momento tão ferida e machuca, sentia agitar-se em seu interior as águas da Grande Deusa.
Soube então que era amor.
Era amor e este era um amor destinado a mantela e sustenta-la quando todos os outros amores a abandonassem unicamente pela audácia de tentar ser ela mesma, de tentar ser como realmente era, de tentar ser quem era. Era um amor sem explicação racional nem data de espiação ou começo e mesmo ali na sua desistencia, no seu momento de fraqueza, desacreditada até da própria Deusa, Ela mais uma vez brotava em seu coração na sua primeira e mais original forma, não como a Virgem, nem como a Mãe, e nem como a Sábia, mas como intensa chama de amor e vida, apenas como a Deusa Una além de todas as formas.
Pensando ainda nisso eu sorri.


E eu sei que...
"Em algum lugar, uma Deusa...Também sorria"


"Meu corpo, minha alma e minha vida não são destinados a um homem ou mulher mortal mas a Ti, Ó Mãe Eterna!"

Um comentário:

Lua Negra disse...

Olá Marta
Linda mensagem, parabéns!
Que a Deusa continue te iluminando sempre!
Beijos com rastro de estrelas.
Lua (Naturezadeluanegra)