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domingo, 5 de maio de 2013

Sorriso Interior


Quando: Sempre quando você estiver sentado sem nada para fazer.

Primeiro Passo: Respire pela Boca.
Relaxe o maxilar inferior e deixe sua boca ligeiramente aberta. Comece a respirar pela boca, mas não profundamente. Apenas deixe o corpo respirar assim isso fica mais e mais superficial. E quando você sentir que a respiração ficou bem superficial e sua boca aberta e mandíbula relaxada, todo seu corpo se sentirá bem relaxado.

Segundo Passo: Sinta um Sorriso.
Nesse momento, comece a sentir um sorriso – não na sua face, mas por todo seu ser – e você será capaz disso. Isso não é um sorriso que chega aos lábios; é um sorriso existencial que se espalha por dentro. Tente e você saberá o que é, porque isso não pode ser explicado.
Não há necessidade de sorrir com seus lábios na sua face, mas apenas como se você estivesse rindo a partir da barriga, a barriga está rindo.
E é um sorriso, não uma risada, então isso é bem suave, delicado, frágil – como uma pequena rosa se abrindo na barriga e a fragrância se espalhando por todo o corpo.

Uma vez que você conhece o que esse sorriso é, você pode permanecer feliz por vinte e quatro horas do dia. E sempre quando você sentir que está perdendo essa felicidade, basta fechar os olhos e pegar esse sorriso novamente, e ele estará lá. Durante o dia tantas vezes quanto você possa, você pode agarrá-lo. Ele está sempre lá.


Osho, em Osho.com
Imagem por rjzii

sábado, 27 de abril de 2013

domingo, 21 de abril de 2013

Feitiço da Alegria


Faça-o para que o ambiente seja impregnado por um clima feliz.
1 garrafa de um bom vinho
30 gramas de verbena
1 colher (chá) de mel

Coloque a verbena e o mel dentro da garrafa de vinho e deixe exposto no sereno durante sete noites. Borrife sempre o ambiente e guarde-o em um local fresco e escuro.
Autoria: Márcia Frazão

sexta-feira, 19 de abril de 2013

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Conspiração Espiritual



Seja mudança que você quer no mundo, é a única forma de conseguir a transformação esperada. Leia um pouco sobre o "Exército da Consciência".
Na superfície da terra, exatamente agora, há guerra e violência e tudo parece negro.


Mas, simultaneamente, algo silencioso, calmo e oculto está acontecendo e certas pessoas estão sendo chamadas por uma luz mais elevada.


Uma revolução silenciosa está se instalando de dentro para fora, de baixo para cima.


Há uma operação global, uma conspiração espiritual.


Há células dessa operação em cada nação do planeta.
Vocês não vão nos assistir na TV, nem ler sobre nós nos jornais, nem ouvir nossas palavras nos rádios.


Não buscamos a glória, não usamos uniformes.


Nós chegamos em diversas formas e tamanhos diferentes, temos costumes e cores diferentes.
A maioria trabalha anonimamente, silenciosamente trabalhamos fora de cena.


Em cada cultura do mundo, nas grandes e pequenas cidades, em suas montanhas e vales, nas fazendas, vilas, tribos e ilhas remotas.


Você talvez cruze conosco nas ruas, e nem perceba.


Seguimos disfarçados, ficamos atrás da cena.
E não nos importamos com quem ganha os louros do resultado, mas sim que se realize o trabalho.


De vez enquanto nos encontramos pelas ruas, trocamos olhares de reconhecimento e seguimos nosso caminho.


Durante o dia muitos se disfarçam em seus empregos normais, mas a noite, por trás de nossas aparências, o verdadeiro trabalho se inicia.


Alguns nos chamam do Exército da Consciência.


Lentamente estamos construindo um novo mundo, com o poder de nossos corações e mentes.


Seguimos com alegria e paixão.


Nossas ordens nos chegam da Inteligência Espiritual e Central.
Estamos jogando bombas suaves de amor sem que ninguém note: poemas, abraços, músicas, fotos, filmes, palavras carinhosas, meditações e preces, danças, ativismo social, sites, blogs, atos de bondade...


Expressamo-nos de uma forma única e pessoal, com nossos talentos e dons.


Sendo a mudança que queremos ver no mundo, essa é a força que move nossos corações. Sabemos que essa e a única forma de conseguir realizar a transformação.


Sabemos que no silêncio e humildade temos o poder de todos os oceanos juntos.


Nosso trabalho é lento e meticuloso, como na formação das montanhas.


O amor será a religião do século 21.
Sem pré-requisitos de grau de educação, sem requisitar um conhecimento excepcional para sua compreensão, porque nasce da inteligência do coração.


Escondida pela eternidade no pulso evolucionário de todo ser humano.


Seja a mudança que quer ver acontecer no mundo, ninguém pode fazer esse trabalho por você.


Nós estamos recrutando, talvez você se junte a nós, ou talvez já tenha se unido.


Todos são bem-vindos, a porta está aberta!






Fonte: http://lightworkers.org/content/55855/a-spiritual-conspiracy
Por: LisaTeixeira
Junho / 2011
http://muraldecristal.blogspot.com/

terça-feira, 9 de abril de 2013


Um indivíduo que escala uma montanha eventualmente terá que descer. Uma pessoa que insulta a outra, será desprezada. Alguém que deprecia o belo, nascerá feio. Quem rouba o alimento e roupa de outros, nascerá no mundo da fome... Esta é a Lei de Causa e Efeito.
(Nitiren Daishonin).

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Paz


Nós todos fazemos parte da grande família da humanidade e somos moradores em comum de uma imensa casa chamada terra. Não há outra forma senão nos entendermos. Não há por que não chegarmos a um entendimento através de um sincero diálogo. Ao menos devemos nos esforçar e nos empenhar ao máximo para isso. Quem não se esforça nesse sentido demonstra uma grande arrogância em relação as pessoas. Além disso, na maioria das vezes, existe por trás disso um espírito covarde que tenta proteger a si mesmo.
(Daisaku Ikeda).

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Leis da Sincronicidade para começar a ver a Magia da Vida



1. O meu espírito é um campo de possibilidades infinitas que se conecta a tudo o mais. Esta frase resume a totalidade do que estou a expor. Se esqueceres tudo, lembra-te apenas disso.


2. O meu diálogo interno reflete o meu poder interno. O dialogo interno das pessoas auto-realizadas pode ser descrito assim: é imune a críticas; não tem apego aos resultados; não tem interesse em obter poder sobre os outros; não tem medo. Isso porque o ponto de referência é interno, não externo.


3. As minhas intenções têm o poder infinito de organização. Se a minha intenção vem do nível do silêncio, do espírito, ela traz em si os mecanismos para se concretizar.


4. Os relacionamentos são a coisa mais importante na minha vida. E alimentar os relacionamentos é tudo o que importa. As relações são cármicas e quem nós amamos ou odiamos é o espelho de nós mesmos: queremos mais daquelas qualidades que vemos em quem amamos e menos daquelas que identificamos em quem odiamos.


5. Eu sei como atravessar turbulências emocionais. Para chegar ao espírito é preciso ter sobriedade. Não dá para nutrir sentimentos como hostilidade, ciúme, medo, culpa, depressão. Essas são emoções tóxicas. Importante: onde há prazer, há a semente da dor, e vice-versa. O segredo é o movimento: não ficar preso na dor, nem no prazer (que então vira vício). Não se deve reprimir ou evitar a dor, mas tomar responsabilidade sobre ela.


6. Eu abraço o feminino e o masculino em mim. Esta é a dança cósmica, acontecendo no meu próprio eu. A energia masculina: poder, conquista, decisão. A energia feminina: beleza, intuição, cuidado, afeto, sabedoria. Num nível mais profundo, a energia masculina cria, destrói, renova. A energia feminina é puro silêncio, pura intenção, pura sabedoria.


7. Estou alerta para as conspirações das improbabilidades. Tudo o que me acontece de diferente na vida é cármico. É, portanto, um sinal de que posso aprender alguma coisa com aquela experiência. Em toda adversidade há a semente da oportunidade.


Deepak Chopra


Fonte: http://portalarcturiano.blogspot.com/

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

A VERDADEIRA CAIXA DE PANDORA


Na filosofia pagã, Pandora não é a fonte do mal; ela é a fonte da força, da dignidade e da beleza, portanto, sem adversidade o ser humano não poderia melhorar. O nome "Pandora" possui vários significados: panta dôra, a que possui todos os dons, ou pantôn dôra, a que é o dom de todos/as (dos/as deuses/as). ...também significa a jarra (pithos) que “nada mais é que uma simples ânfora: um vaso muito grande, que serve para guardar grãos. Este vaso só fica cheio através do esforço, do trabalho no campo, seu conteúdo então simboliza a condição humana.

Por consequência, será a mulher que a abrirá e a servirá, para alimentar a família.”

OUVIR A VOZ DA DEUSA, É OUVIR A VOZ DA TERRA, A VOZ DO ÚTERO

Eu há dias acordei com esta frase na cabeça: a Mulher tem de voltar a ser fiel à Terra…e ser senhora de si mesma… Era um sentimento de premência e de força que me invadiu ao acordar e sentiu-o em todos os poros…Não se pode adiar o amor diz o poeta…e eu digo, NÃO SE PODE ADIAR A TERRA…ELA É A NOSSA MÃE…

Tudo depende dela, como todos dependemos da Mãe ao nascer, da sua força e poder… também agora a mulher pode e deve salvar o Planeta e empenhar-se na sua regeneração… só assim dará à luz uma nova Humanidade renascida das suas entranhas e da terra…

A Terra é um corpo inteligente e nós respiramos o ar que a envolve e todos os seres vivos a respiram. A Terra é o nosso Matrimónio…o nosso Templo vivo…Nós não vivemos no Céu…é na Terra que nascemos e é a Terra que temos de honrar, ao contrário do que as religiões do deus pai dizem e que mais não fazem do que adiar a vida nas suas contingências e paradoxos…A vida plena tem as suas raízes na Terra e só sendo fiel à Terra Mãe podemos partir em paz e ascender aos céus…

E a Chave que se perdeu é a mulher. A mulher que foi apagada da história e da vida dos homens como ser individual e senhora da sua vontade…A mulher que durante milénios cumpriu o pesado fardo de servir exclusivamente a humanidade homem na negação da sua individualidade ao serviço da espécie como mãe, mas em total sujeição ao homem. Cumpriu séculos de sujeição ao pai e ao filho. Agora é tempo de a mulher retomar as rédeas e voltar a servir a Terra e ser fiel à Deusa Mãe e a Natureza.

Por isso é urgente que a mulher acorde para si mesma, que desperte para uma nova consciência do seu SER em plenitude e para isso tem de se resgatar do fundo desse esquecimento de si mesma e do caos em que os homens a projectaram a si e à Terra… a Mulher tem de recuperar a sua memória celular, recuperar a sua identidade esquecida, a identidade que perdeu ao ceder ao homem o seu poder de cura e amor, o seu poder de amar e ser livre…o seu dom de visão e profecia, a sua alegria a mais genuína

. É inconcebível que a mulher só por ser mulher seja ainda castigada e estropiada, violada e morta nas guerras pelos homens em todo o mundo. E fosse o que fosse que tivesse sido acordado pelas esferas superiores em relação à Mulher, nos céus ou na terra, pelos mitos ou nas histórias do mundo, nos eons, na roda das civilizações, ou nos ciclos da evolução da Humanidade, é tempo de a mulher ser respeitada por si mesma como ser individual e não colectivo e realizar o Matrimónio sagrado com a Deusa Mãe e consigo mesma, unindo-se à outra mulher-metade de si e da qual foi separada há milénios…

Durante milénios a mulher esteve submetida e incapaz de se erguer na sua natureza obedecendo aos padrões e leis do mundo apolíneo estritamente masculino na sua negação do ctnónico e do princípio feminino. É tempo da mãe e da filha se unirem em vez de competirem entre si e lutar pelo homem. É tempo de a mulher se libertar das algemas do património e da escravidão do sexo.

É tempo de a mulher olhar para dentro de si mesma e descobrir o seu tesouro escondido, o seu tesouro sem fim, o “manancial fechado” que ela se tornou e abrir essa Caixa de Pandora, que ao contrário dos mitos que a anunciam como desgraças maiores causada pela Mulher – não pode haver maior desgraça do que a que os homens semearam na Terra – e que mais não fazem do que reflectir a milenar misoginia e medo ancestral da mulher, da sua força sensual e sexual, da seu poder magnético como fêmea, tal como o medo à força indomável da Natureza e que tanto assusta ainda os homens.

Foi por esse medo e desejo de controlar o mundo ctónico que os homens reprimiram e condenaram a mulher, e a fecharam nessa Caixa de Pandora sob a ameaça de perigos medonhos... E assim, quer na religião quer o mito, fizeram pesar sobre a mulher a culpa do erro ou do pecado e dos males da humanidade, para a manter encerrada em si e calada, para a manter agrilhoada e incapaz de se defender ou agir por si mesma.

AO contrário do que muitos “espiritualistas”, guias e mestres antigos e modernos afirmam, não é verdade que a mulher sem caminhar no seu próprio caminho de retorno a si mesma, ao seu Útero e à Terra, para celebrar as suas núpcias secretas consigo mesma, possa evoluir e ser “igual” ao homem – não, eu não quero ser igual a este homem desnaturado - que quer ascender aos céus e ao cosmos, negando a sua natureza ctónica e a Mãe que o mantém no ventre o alimenta e lhe deu vida na Terra…

A mulher tem de reivindicar as forças telúricas para que ela e a terra sejam respeitadas, a Terra como um ente vivo, biológico e inteligente e não ser tratada como objecto de posse do homem cuja arrogância o leva a crer-se dono do mundo tendo-o dominado pela força e pela violência.

Milhões de seres humanos mortos pela sua conquista de poder e acumulação de riqueza… O Homem que desventra a Terra para lhe sugar o seu “sangue”… O Homem que explora a mulher como mãe dos seus filhos e a viola como despojo de guerra…

- A Mulher tem de descer ao abismo do seu ser ctónico, descer às raízes da Terra Mãe, mergulhar no seu Útero caverna gruta oráculo de Delfos, o umbigo da Terra Mãe e reclamar essa voz que se perdeu nos confins dos tempos…a voz das pitonisas, das sacerdotisas e feiticeiras e das Eríneas que eram deusas ao serviço da Mãe, e que por veredicto de Atena – a filha do pai - são transformadas em megeras e monstros, “bruxas” condenadas como criaturas pérfidas e mortíferas…

- A mulher que se encontra a si mesma, a mulher que acorda para o seu poder interno, torna-se na guardiã que mantêm os segredos da vida e da morte e não os teme e por isso é a mulher que tem de acordar os seus poderes para assim poder curar as suas próprias feridas e as do mundo… as feridas das mil batalhas e das guerras, as feridas das armas e das bombas, dos desastres nucleares, da violência perpetrada com que o Homem a feriu no seu ventre e a ofendeu de morte – tanto à mulher como a Terra – tal como matou em si o seu feminino tornando-se no déspota e no assassino…

Ele fez da mulher a primeira escrava e depois o homem inferior… o escravo fraco também… dividiu o mundo em partes e dividiu as mulheres em escravas concubinas e meretrizes… Esse mundo que fez a cisão da mulher em duas espécies é o culpado da divisão hierárquica do mundo e a exploração de seres humanos em todo o planeta.

ROSALEONORPEDRO

Link desta postagem:http://rosaleonor.blogspot.com/2011/03/verdadeira-caixa-de-pandora.html


http://wwwjaneladaalma.blogspot.com 

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Perfumes e Amor



Perfumes e Amor

A flor mimosa que abrilhanta o prado
Ao sol nascente vai pedir fulgor;
E o sol, abrindo da açucena as folhas,
Dá-lhe perfumes - e não nega amor.

Eu que não tenho, como o sol, seus raios,
Embora sinta nesta fronte ardor,
Sempre quisera ao encetar teu álbum
Dar-lhe perfumes - desejar-lhe amor.

Meu Deus! nas folhas deste livro puro
Não manche o pranto da inocência o alvor,
Mas cada canto que cair dos lábios
Traga perfumes - e murmure amor.

Aqui se junte, qual num ramo santo,
Do nardo o aroma e da camélia a cor,
E possa a virgem, percorrendo as folhas,
Sorver perfumes - respirar amor.

Encontre a bela, caprichosa sempre,
Nos ternos hinos d'infantil frescor
Entrelaçados na grinalda amiga
Doces perfumes - e celeste amor.

Talvez que diga, recordando tarde
O doce anelo do feliz cantor:
 "Meu Deus! nas folhas do meu livro d'alma
Sobram perfumes - e não falta amor!"

Casimiro de Abreu

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Respeite sua própria voz

Lembre-se de sua unicidade. Aceite-se, respeite-se, respeite sua própria voz; escute-a e siga-a.

É melhor ir para o inferno seguindo sua voz que ir para o céu seguindo a voz do outro, pois esse céu não será lá grande coisa. Você será apenas um seguidor cego.

Respeite a si mesmo e respeite os outros também. Só essa simples mudança em sua atitude pode provocar uma revolução radical, pode transformar todo o seu ser.

Osho, em "Meditações Para o Dia"
Imagem por scribbletaylor

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Buscar a felicidade é buscar Deus

Nunca vi uma pessoa que não estivesse interessada em Deus - embora ele não saiba disso -, pois nunca vi uma pessoa que não estivesse interessada na felicidade.

Se você se interessa pela felicidade, se interessa por Deus; se se interessa em ser feliz, se interessa por Deus.

Osho, em "A Música Mais Antiga do Universo"
Imagem por Landahlauts

domingo, 20 de janeiro de 2013

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013


A religião não é apenas uma, são centenas.
A espiritualidade é apenas uma.
A religião é para os que dormem.
A espiritualidade é para os que estão despertos.
A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer, querem ser guiados.
A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua voz interior.
A religião tem um conjunto de regras dogmáticas.
A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo.
A religião ameaça e amedronta.
A espiritualidade lhe dá paz interior.
A religião fala de pecado e de culpa.
A espiritualidade lhe diz, aprende com o erro.
A religião reprime tudo, te faz falso.
A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro.
A religião não é Deus.
A espiritualidade é tudo, portanto é Deus.
A religião inventa.
A espiritualidade descobre.
A religião não indaga nem questiona.
A espiritualidade questiona tudo.
A religião é humana, é uma organização com regras.
A espiritualidade é Divina, sem regras.
A religião é causa de divisões.
A espiritualidade é causa de união.
A religião lhe busca para que acredite.
A espiritualidade você tem que buscá-la.
A religião segue os preceitos de um livro sagrado.
A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros.
A religião se alimenta do medo.
A espiritualidade se alimenta na confiança e na fé.
A religião faz viver no pensamento.
A espiritualidade faz viver na consciência.
A religião se ocupa com fazer.
A espiritualidade se ocupa com Ser.
A religião alimenta o Ego.
A espiritualidade nos faz transcender.
A religião nos faz renunciar ao mundo.
A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele.
A religião é adoração.
A espiritualidade é meditação.
A religião sonha com a glória e o paraíso.
A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora.
A religião vive no passado e no futuro.
A espiritualidade vive no presente.
A religião enclausura nossa memória.
A espiritualidade liberta nossa consciência.
A religião crê na vida eterna.
A espiritualidade nos faz conscientes da vida eterna.
A religião promete para depois da morte.
A espiritualidade é encontrar Deus em nosso interior durante a vida.

Fonte: Espaço Alquimia
Por: Lisa Teixeira
Junho / 2011

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

COMO AVALIAR E CONDUZIR O SEU PROGRESSO ESPIRITUAL



Michigan, Estados Unidos
9 de Janeiro de 2011
Mestre: Ophelius
Recebido por Chris.


Mestre Ophelius: O tema para a aula de hoje é sobre como avaliar o seu próprio progresso espiritual, e a conquista de maior consciência espiritual.


Uma vez que os filhos do tempo se tornem conscientes de sua filiação e de seu desejo pela semelhança do Pai, eles começarão a mudar e a desejar ter uma vida de maior serviço aos outros.


O Espírito da Verdade começa a funcionar na mente e aumenta os ditames do Ajustador de tal modo que aponta mais diretamente para o seu tema humano e com maior consciência sobre as escolhas morais que deveriam fazer para se libertar de traços comportamentais digressivos e das necessidades egocêntricas.


“É importante que vocês, estudantes no caminho da perfeição, fizessem uma pausa e se sentassem em silêncio – para ouvir as instruções do seu Espírito e começassem a fazer um inventário daqueles traços da personalidade e dos padrões comportamentais que impedem ou retardam a continuação do crescimento positivo e da maestria sobre si mesmo.


Comecem a identificar aqueles pontos fracos, revendo os eventos difíceis, passados e atuais, que continuam a segui-los na vida. Estas são lições de vida que continuam surgindo, que são destinados a apontá-los na direção certa, e a tirá-los de uma rotina que impede um maior crescimento espiritual.


“Uma vez que se tornem conscientes do bloqueio, vocês devem fazer algo.


Não é suficiente identificar estas deficiências, pois muitos têm dito: “Eu sei que sou assim, mas este é o jeito que eu sou e não posso mudar.”
Este raciocínio é derrotista e indolente e irá impedir a ação necessária para superar e ir além do conforto da paralisação. Somente através da sua disposição de mudar, seguido por uma ação real da sua parte, vocês começarão a superar e a avançar.


Quando vocês chegarem aos mundos das mansões, terão menos necessidades de distração para ocupar o seu tempo e mais energia será direcionada para a perfeição da personalidade e o desenvolvimento espiritual.


“Além disto, é importante que saibam que a grande conquista da evolução espiritual é possível enquanto nos mundos do tempo e do espaço. São as adversidades e as distrações da vida terrena que uma vez superadas, podem impulsioná-los a grandes alturas mais tarde na jornada da sua alma, nos mundos das mansões e além.


“Aqueles que escolherem o caminho fácil, ou permanecerem em suas zonas de conforto na Terra, acharão mais difícil avançar e ascender às esferas dos mundos das mansões.


Pois vocês nada ganham na posição espiritual, passando desta vida à seguinte.


Aqueles comportamentos negligentes os seguirão para lá também, e permanecerão como um obstáculo, até que cheguem à conclusão que eles não mais lhes servem, mas os retêm.


Muitas vezes, ao ver os seus companheiros, que são como vocês em afinidade, avançarem para a próxima estação da vida, deixando-os para trás, pode trazer esta auto-avaliação e o início da ação real para a mudança.


“Ao desenvolverem a sua avaliação e as habilidades de ação de mudança na vida terrena, irá prepará-los melhor e servi-los bem na próxima, pois vocês terão fortalecido a vontade própria para a realização dos valores mais elevados da verdade, da beleza e da bondade – à semelhança de Deus.


“Que a paz esteja com vocês,
“O Círculo dos Sete.”
Grupo de Progresso 11:11


“A doação do ser, a iluminação da verdade, e o alívio do sofrimento são os caminhos mais nobres para a consciência mais elevada” – Mestre Ophelius, 2009


http://1111prompt.blogspot.com
Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br
http://portalarcturiano.blogspot.com

domingo, 2 de dezembro de 2012

Invernos Existenciais



Por mais bela e florida que seja a primavera, o verão sempre pede passagem e traz consigo os dias quentes.

E mesmo que desejemos reter os dias ensolarados e agradáveis, aproxima-se o outono e, como que obedecendo a um chamado superior, instala-se, silencioso e decidido...
Depois de um lindo espetáculo de cores, as folhas caem, vencidas, transformando a paisagem... E o outono também parte...

Soberano, logo aparece o inverno e se faz sentir das mais variadas formas, com seus dias frios e cinzentos.
Passa o tempo e outra vez o espetáculo colorido de folhas e flores anunciam que a primavera está de volta...
E é assim que os ciclos das estações se repetem e trazem oportunidades de aprendizado para todos os seres vivos.

Semelhante às estações, o nosso viver também tem primaveras, verões, outonos e invernos...
Mas nem sempre percebemos as lições que cada estação enseja, e nos desesperamos diante dos dias frios e cinzentos dos invernos existenciais.
A primavera é agradável, não há dúvida. Flores e perfumes tornam nossos dias mais alegres.

No entanto, se as flores surgem na primavera, é no inverno que acumulam as horas de frio necessárias para fazer brotar a gema floral com o choque térmico no início da nova estação.
Sim! Se não fosse o frio não teríamos alguns tipos de flores e frutos.
O frio “quebra” a dormência das gemas que originarão a folhagem e os frutos na primavera, quando folhas e flores enfeitam a paisagem.

É assim que nós também podemos utilizar os invernos existenciais para favorecer a floração das virtudes que embelezam a nossa vida e nos trazem alegria...
Para as plantas, a escassez de umidade, o frio e a baixa luminosidade, ocasionadas pelo inverno, são qual jardineiro que desperta a vida adormecida em sua intimidade.
É assim que árvores e plantas perdem galhos e folhas, mas garantem floradas em todas as primaveras...

Por vezes, os seres humanos também passam pelos invernos existenciais e perdem temporariamente a exuberância. Sentem-se como uma árvore desfolhada, sem flor nem perfume...
Mas que importa se a vida que pulsa, além das aparências, está se preparando para produzir flores mais belas e perfumadas nas primaveras vindouras?

Geralmente são os dias mais difíceis que acordam em nós as sementes adormecidas da esperança...
Não há dúvida de que os dias ensolarados e alegres são encantadores, mas são os dias difíceis que mais desafiam as nossas potencialidades e quebram a concha da nossa acomodação...
O sofrimento que nos fustiga a alma é abençoado aguilhão que nos faz despertar para os valores reais da vida.

Assim, diante dos açoites do inverno, pense nas preciosas lições da natureza.
Observe as árvores desfolhadas, quais esqueletos nus na paisagem cinzenta e sem brilho, mas em pé...
Firmes e cheias de esperança.

Suportam os ventos, a chuva, o frio e a falta de luz, mas conservam a seiva da vida na intimidade...
Instintivamente aguardam o retorno da primavera que, com sua brisa morna, vem acariciar as flores e fazê-las frutificar...
Aproveite os dias ensolarados para armazenar o vigor que lhe sustentará nos invernos existenciais...

E quando os dias escuros surgirem na sua vida, não permita que a tristeza lhe roube a esperança de ver surgir, outra vez, a primavera...
Lembre-se que mesmo nos dias nublados, o sol está sempre à espreita, esperando sua vez de brilhar e espalhar vida por sobre toda a natureza...

http://www.imagick.org.br/apres/ArtigoTextos/comportamento/Invernos.html
Fonte:http://wwwjaneladaalma.blogspot.com/

terça-feira, 20 de novembro de 2012

domingo, 18 de novembro de 2012

Lei a favor da Mãe Terra


Bolívia cria Lei da Mãe Terra: País dá exemplo ao mundo
A Bolívia está em vias da aprovar a primeira legislação mundial dando à natureza direitos iguais aos dos humanos. A Lei da Mãe Terra, que conta com apoio de políticos e grupos sociais, é uma enorme redefinição de direitos. Ela qualifica os ricos depósitos minerais do país como "bençãos", e se espera que promova uma mudança importante na conservação e em medidas sociais para a redução da poluição e controle da indústria, em um país que tem sido há anos destruído por conta de seus recursos, informa o Celsias.



A Lei da Mãe Terra vai estabelecer 11 direitos para a natureza, incluindo o direito à vida, o direito da continuação de ciclos e processos vitais livres de alteração humana, o direito a água e ar limpos, o direito ao equilíbrio, e o direito de não ter estruturas celulares modificadas ou alteradas geneticamente.

Ela também vai assegurar o direito de o país "não ser afetado por megaestruturas e projetos de desenvolvimento que afetem o equilíbrio de ecossistemas e as comunidades locais".
Esta mudança significa a ressurgência da visão de um mundo indígena andino, que coloca a deusa da Terra e do ambiente, Pachamama, no centro de toda a vida. Esta visão considera iguais os direitos humanos e de todas as outras entidades. A Bolivia sofre há tempos sérios problema ambientais com a mineração de alumínio, prata, ouro e outras matérias primas.

Em uma entrevista, o ministro das Relações Exteriores da Bolívia e especialista em cosmovisão andina, David Choquehuanca, explica os principais detalhes desta proposta que situa a vida e a natureza como eixos centrais.

"Queremos voltar a Viver Bem, o que significa que agora começamos a valorizar a nossa história, a nossa música, a nossa vestimenta, a nossa cultura, o nosso idioma, os nossos recursos naturais, e, depois de valorizar, decidimos recuperar tudo o que é nosso, voltar a ser o que éramos”.
O artigo 8 da CPE estabelece que: “O Estado assume e promove como princípios ético-morais da sociedade plural: ama qhilla, ama llulla, ama suwa (não sejas preguiçoso, não sejas mentiroso nem ladrão), suma qamaña (viver bem), ñandereko (vida harmoniosa), teko kavi (vida boa), ivi maraei (terra sem males) y qhapaj ñan (caminho ou vida nobre).

O Chanceler marcou distância com o socialismo e mais ainda com o capitalismo. O primeiro busca satisfazer as necessidades humanas e para o capitalismo o mais importante é o dinheiro e a mais-valia.

De acordo com David Choquehuanca, o Viver Bem é um processo que está apenas começando e que pouco a pouco irá se massificando.

“Para os que pertencem à cultura da vida, o mais importante não é o dinheiro nem o ouro, nem o ser humano, porque ele está em último lugar. O mais importante são os rios, o ar, as montanhas, as estrelas, as formigas, as borboletas (...) O ser humano está em último lugar, para nós o mais importante é a vida”.


Estas são as características que pouco a pouco serão implementadas no novo Estado Plurinacional da Bolívia:

Priorizar a vida


Viver Bem é buscar a vivência em comunidade, onde todos os integrantes se preocupam com todos. O mais importante não é o ser humano (como afirma o socialismo) nem o dinheiro (como postula o capitalismo), mas a vida. Pretende-se buscar uma vida mais simples. Que seja o caminho da harmonia com a natureza e a vida, com o objetivo de salvar o planeta e dar a prioridade à humanidade.

Respeitar a mulher

Viver Bem é respeitar a mulher, porque ela representa a Pachamama, que é a Mãe Terra que tem a capacidade de dar vida e de cuidar de todos os seus frutos. Por estas razões, dentro das comunidades, a mulher é valorizada e está presente em todas as atividades orientadas à vida, à criação, à educação e à revitalização da cultura. Os moradores das comunidades indígenas valorizam a mulher como base da organização social, porque transmitem aos seus filhos os saberes de sua cultura.

Viver Bem e NÃO melhor

Viver Bem é diferente de viver melhor, o que se relaciona com o capitalismo. Para a nova doutrina do Estado Plurinacional, viver melhor se traduz em egoísmo, desinteresse pelos outros, individualismo e pensar somente no lucro. Considera que a doutrina capitalista impulsiona a exploração das pessoas para a concentração de riquezas em poucas mãos, ao passo que o Viver Bem aponta para uma vida simples, que mantém uma produção equilibrada.

Respeitar as diferenças

Viver Bem é respeitar o outro, saber escutar todo aquele que deseja falar, sem discriminação ou qualquer tipo de submissão. Não se postula a tolerância, mas o respeito, já que, mesmo que cada cultura ou região tenha uma forma diferente de pensar, para viver bem e em harmonia é necessário respeitar essas diferenças. Esta doutrina inclui todos os seres que habitam o planeta, como os animais e as plantas.

Escutar os anciãos
Viver Bem é ler as rugas dos avós para poder retomar o caminho. O Chanceler destaca que uma das principais fontes de aprendizagem são os anciãos das comunidades, que guardam histórias e costumes que com o passar dos anos vão se perdendo. “Nossos avós são bibliotecas ambulantes, assim que devemos aprender com eles”, menciona. Portanto, os anciãos são respeitados e consultados nas comunidades indígenas do país.

Viver em complementaridade

Viver Bem é priorizar a complementaridade, que postula que todos os seres que vivem no planeta se complementam uns com os outros. Nas comunidades, a criança se complementa com o avô, o homem com a mulher, etc. Um exemplo colocado pelo Chancelerespecifica que o homem não deve matar as plantas, porque elas complementam a sua existência e ajudam para que sobreviva.

Aproveitar a água
Viver Bem é distribuir racionalmente a água e aproveitá-la de maneira correta. OMinistro das Relações Exteriores comenta que a água é o leite dos seres que habitam o planeta. “Temos muitas coisas, recursos naturais, água e, por exemplo, a França não tem a quantidade de água nem a quantidade de terra que há em nosso país, mas vemos que não há nenhum Movimento Sem Terra, assim que devemos valorizar o que temos e preservá-lo o melhor possível, isso é Viver Bem”.

Equilíbrio com a natureza

Viver Bem é levar uma vida equilibrada com todos os seres dentro de uma comunidade. Assim como a democracia, a justiça também é considerada excludente, de acordo com o chanceler David Choquehuanca, porque só leva em conta as pessoas dentro de uma comunidade e não o que é mais importante: a vida e a harmonia do ser humano com a natureza. É por isso que Viver Bem aspira a ter uma sociedade com equidade e sem exclusão.

Priorizar direitos cósmicos

Viver Bem é dar prioridade aos direitos cósmicos antes que aos Direitos Humanos. Quando o Governo fala de mudança climática, também se refere aos direitos cósmicos, garante o Ministro das Relações Exteriores. “Por isso, o Presidente (Evo Morales) diz que vai ser mais importante falar sobre os direitos da Mãe Terra do que falar sobre os direitos humanos”.

Saber comer

Viver Bem é saber alimentar-se, saber combinar os alimentos adequados a partir das estações do ano (alimentos de acordo com a época). O ministro das Relações Exteriores,David Choquehuanca, explica que esta consigna deve se reger com base na prática dos ancestrais que se alimentam com um determinado produto durante toda a estação. Comenta que alimentar-se bem garante boa saúde.

Saber beber

Viver Bem é saber beber álcool com moderação. Nas comunidades indígenas cada festa tem um significado e o álcool está presente na celebração, mas é consumido sem exageros ou ofender alguém. “Temos que saber beber; em nossas comunidades tínhamos verdadeiras festas que estavam relacionadas com as estações do ano. Não é ir a uma cantina e se envenenar com cerveja e matar os neurônios”.

Saber dançar

Viver Bem é saber dançar [danzar], não simplesmente saber bailar [bailar]. A dança se relaciona com alguns fatos concretos, como a colheita ou o plantio. As comunidades continuam honrando com dança e música a Pachamama, principalmente em épocas agrícolas; entretanto, nas cidades as danças originárias são consideradas expressões folclóricas. Na nova doutrina se renovará o verdadeiro significado do dançar.

Saber trabalhar

Viver Bem é considerar o trabalho como festa. “O trabalho para nós é felicidade”, disse o chanceler David Choquehuanca, que recalca que ao contrário do capitalismo onde se paga para trabalhar, no novo modelo do Estado Plurinacional, se retoma o pensamento ancestral de considerar o trabalho como festa. É uma forma de crescimento, é por isso que nas culturas indígenas se trabalha desde pequeno.

Retomar o Abya Yala

Viver bem é promover a união de todos os povos em uma grande família. Para o Chanceler, isto implica em que todas as regiões do país se reconstituam no que ancestralmente se considerou como uma grande comunidade. “Isto tem que se estender a todos os países. É por isso que vemos bons sinais de presidentes que estão na tarefa de unir todos os povos e voltar a ser o Abya Yala que fomos”.

Reincorporar a agricultura

Viver Bem é reincorporar a agricultura às comunidades. Parte desta doutrina do novo Estado Plurinacional é recuperar as formas de vivência em comunidade, como o trabalho na terra, cultivando produtos para cobrir as necessidades básicas para a subsistência. Neste ponto se fará a devolução de terras às comunidades, de maneira que se produzam as economias locais.

Saber se comunicar

Viver Bem é saber se comunicar. No novo Estado Pluninacional se pretende retomar a comunicação que existia nas comunidades ancestrais. O diálogo é o resultado desta boa comunicação mencionada pelo Chanceler. “Temos que nos comunicar como antes os nossos pais o faziam, e resolviam os problemas sem que se apresentassem conflitos, não temos que perder isso”.

O Viver Bem não é “viver melhor”, como propõe o capitalismo

Entre os preceitos estabelecidos pelo novo modelo do Estado Plurinacional, figuram o controle social, a reciprocidade e o respeito à mulher e ao idoso.

Controle social

Viver Bem é realizar um controle obrigatório entre os habitantes de uma comunidade. “Este controle é diferente do proposto pela Participação Popular, que foi rechaçado (por algumas comunidades) porque reduz a verdadeira participação das pessoas”, disse o chanceler Choquehuanca. Nos tempos ancestrais, “todos se encarregavam de controlar as funções que suas principais autoridades realizavam”.

Trabalhar em reciprocidade

Viver Bem é retomar a reciprocidade do trabalho nas comunidades. Nos povos indígenas esta prática se denomina ayni, que não é mais do que devolver em trabalho a ajuda prestada por uma família em uma atividade agrícola, como o plantio ou a colheita. “É mais um dos princípios ou códigos que garantirão o equilíbrio nas grandes secas”, explica o Ministro das Relações Exteriores.

Não roubar e não mentir

Viver Bem é basear-se no ama suwa e ama qhilla (não roubar e não mentir, em quéchua). É um dos preceitos que também estão incluídos na nova Constituição Política do Estado e que o Presidente prometeu respeitar. Do mesmo modo, para o Chanceler é fundamental que dentro das comunidades se respeitem estes princípios para conseguir o bem-estar e confiança em seus habitantes. “Todos são códigos que devem ser seguidos para que consigamos viver bem no futuro”.

Proteger as sementes

Viver Bem é proteger e guardar as sementes para que no futuro se evite o uso de produtos transgênicos. O livro Viver Bem, como resposta à crise global, da Chancelaria da Bolívia, especifica que uma das características deste novo modelo é preservar a riqueza agrícola ancestral com a criação de bancos de sementes que evitem a utilização de transgênicos para incrementar a produtividade, porque se diz que esta mistura com químicos prejudica e acaba com as sementes milenares.

Recuperar recursos

Viver Bem é recuperar a riqueza natural do país e permitir que todos se beneficiem desta de maneira equilibrada e equitativa. A finalidade da doutrina do Viver Bem também é a de nacionalizar e recuperar as empresas estratégicas do país no marco do equilíbrio e da convivência entre o ser humano e a natureza em contraposição à exploração irracional dos recursos naturais. “Deve-se, sobretudo, priorizar a natureza”, acrescentou o Chanceler.

Exercer a soberania

Viver Bem é construir, a partir das comunidades, o exercício da soberania no país. Isto significa, segundo o livro Viver Bem, como resposta à crise global, que se chegará a uma soberania por meio do consenso comunal que defina e construa a unidade e a responsabilidade a favor do bem comum, sem que nada falte. Nesse marco, se reconstruirão as comunidades e nações para construir uma sociedade soberana que será administrada em harmonia com o indivíduo, a natureza e o cosmos.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

I Ching


Gentil Marta, isto é teu I Ching para a Sábado 1 Agosto:
Ko: A Revolução,Haverá uma mudança radical que você poderá explorar para renovar o estado atual das coisas. Deve porém ter muito cuidado para não considerar só as suas necessidades, mas também as dos outros. Desse modo, alcançará o seu objetivo serenamente e sem remorsos.

Consulte o seu I Ching em

domingo, 4 de novembro de 2012